domingo, 25 de outubro de 2015
sábado, 3 de outubro de 2015
Inquéritos por questionário - Iarossi
Ontem fui às compras (de Tuckman e Stake) e achei este interessante: Iarossi, G. (2011). O poder da concepção em inquéritos por questionário. Lisboa: F.C. Gulbenkian.
um guia do utilizador para administrar inquéritos por questionário, interpretar resultados e influenciar os respondentes P.V.P. 20.00€
Trago a sugestão e um lembrete: a livraria da F.C. Gulbenkian aplica um desconto muito agradável às compras de estudantes e professores! (40%)
Vejam informação no site.
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
(:) na segunda pessoa.
Plágio (:)
A
honestidade e o brio pessoal são acessórios fundamentais em qualquer
prática/desempenho e assumem especial relevância na produção académica.
Já
abordei este tema em vários escritos e debates – no Código 110, em trabalhos
académicos, em fóruns formais e informais… Foi temática de estudo e muitas
vezes é abordado em debates paralelos.
Vou
lembrando os relatos de uma professora – que tanto me aconselhou a não
partilhar trabalhos ou apontamentos! – a quem tiveram o desplante de apresentar
um trabalho que ela própria havia redigido; do colega de licenciatura que viu
um trabalho seu apresentado por outro colega como próprio, sem sequer mudar o
nome de autor que constava do rodapé; ou os casos em que, como me avisava a
docente que referi, foram penalizados plagiadores e plagiados que,
inocentemente, haviam fornecido notas ou trabalhos já terminados a colegas “em
dificuldades”, como ajuda, para estudo e orientação sobre as matérias.
E
lembro as insinuações de que fui alvo – tão desagradavelmente marcantes – e que
a professora insinuante nunca teve honestidade e brio para provar (?) ou
clarificar… – Desfeitas estão as dúvidas,
certamente, por todo o trabalho que apresentei depois disso.
Não
contava, agora, abordá-lo
o
na segunda pessoa.
Durante
a produção dos trabalhos finais do presente semestre, efetuava pesquisas sobre
uma temática que me levou até à plataforma de MOOC da UAb, onde naveguei um
pouco, para aferir do impacto da utilização de gamificação. – Frequentei a 1.ª
edição do curso de “Competências Digitais para Professores”, não gamificada,
tendo a 2.ª edição sido gamificada.
Nessa
passagem pela plataforma, embora o interesse nos debates, partilhas e trabalhos
(nomeadamente os apresentados por participantes que conheço pessoalmente ou academicamente), não podia ocupar o meu
tempo a lê-los, por estar com diversos trabalhos em mãos. Contudo, o nome de um
deles despertou a minha atenção…
Quando,
há uns meses atrás, uma colega-de-cursos da UAb me pediu que lhe “mostrasse” um
trabalho do MOOC de Competências Digitais para Professores – e que estivesse descansada que não ia copiar!,
apenas queria ver como era, pois não
entendia bem o que se pretendia quando nos solicitavam um “artefacto”, acedi,
enviando-lhe dois trabalhos: um texto e uma apresentação em slides.
Compreendo
que, por vezes, é necessária ajuda para melhor entender alguma solicitação,
sendo esse fator agravado pelas dificuldades na organização de tempo, que tantas vezes surgem, quando
somos adultos com responsabilidades a vários níveis. Como referi no post
anterior, também tive algumas dificuldades de tempo, quando frequentei a primeira
edição do curso. A colega estava a frequentar a segunda edição do curso por gosto, sendo que,
por infelicidade profissional, até estava com tempo (foi despedida nessa
altura).
O
texto que lhe enviei baseava-se nas notas que fiz para desenho do projeto “+
Tejo” – que motivou o post anterior – “Alinhavos de um projeto: na primeira
pessoa”.
O
trabalho da colega, que encontrei nessa visita à plataforma MOOC da UAb,
intitulava-se “Ribatejo Mais” e, numa primeira visualização rápida (e incompleta), encontrei
“semelhanças” que me pareceram demasiadas, mas só na passada semana fiz uma
revisão comparativa dos dois trabalhos. O dela é uma mera cópia, com poucas
palavras alteradas e uma roupagem diferente.
Gabo
à colega a boa apresentação (as opções estéticas são diferentes das que eu
faria, mas ficou bem “bonitinho”).
Lamento
a completa ausência de menção à autoria do trabalho – no mesmo, na resposta aos
elogios públicos que recebeu por o fazer,...*
Devo
acrescentar uma informação que se revela fundamental: um dos temas do MOOC era o
plágio. Assim, esta situação, para além da demonstração de desonestidade e
falta de brio, constitui um certificado de incapacidade de compreensão das
matérias do curso.
Porque
me desagrada imensamente expor esta situação, nos dias que antecedem os dois
posts que se referem a este assunto – Alinhavos de um projeto: na primeira pessoa e Plágio:
na segunda pessoa – postei na plataforma MOOC no blog da colega, postei na
continuação de tema aberto por ela no facebook sobre avaliação deste MOOC e
meti conversa no chat do face, tendo introduzido o tema MOOC e a avaliação do
mesmo… *Em nenhum dos espaços ou situações, ou por qualquer dos meios pelos quais
podia contatar-me, a colega mencionou algo sobre este
plágio.
O
tempo passou.
Caso o trabalho "da colega" (acima linkado)
domingo, 2 de agosto de 2015
(:) na primeira pessoa.
Alinhavos
de um projeto (:)
O semestre final da minha
licenciatura foi exigente – alterações de plano de curso deixaram-me com 6
unidades curriculares e, embora a minha preferência pela avaliação contínua, a
melhor forma que encontrei para organizar a minha agenda foi deixar 2 UC para
exame (a opção era aguardar um ano para completar o curso, com um semestre
vazio pelo meio!).
Para o exame de “Animação e
Expressões Artísticas” era previsível que fosse solicitada a elaboração de um
projeto educativo, pelo que fez parte da minha preparação esboçar um hipotético
projeto. Parti da problemática da ligação 'quebrada' das populações ribeirinhas
com o tejo e imaginei um projeto com múltiplos ateliers com atividades
interligadas. Escolhi como espaço a Fábrica das Palavras (espaço ideal, que
acabava de ser erguido – e eu ainda não conhecia) e o nome ficou pensado: “+
Tejo”.
O projeto
+ Tejo (mais tejo) tem como objetivos gerais a divulgação da cultura local e da
riqueza do património natural, histórico, arqueológico e artístico,
focalizando-se na relação com o tejo e sua importância, desde a fixação de
populações aos nossos dias.
Em 27 de junho de 2014, realizei o
exame. Lembro-me de ter dito à docente que fez a vigilância, no final do tempo normal
de prova, que não ia desenvolver mais, pois já estava exausta – estava certa de
que tinha feito um trabalho bom quanto bastasse para não me envergonhar da nota
e já não conseguia suportar as dores que a lesão que me dificultava a
escrita provocava.
Quando, no decorrer do MOOC "Competências Digitais para Professores", me foi solicitada a apresentação de “uma
atividade (realizada ou imaginada) em que uma dada ferramenta
digital (por exemplo, vídeo wiki, blogue, videojogo, etc... ) seja
mediadora da aprendizagem cooperativa e colaborativa”, baseei-me nas notas
que tinha para “Animação e Expressões Artísticas” e apresentei um projeto (em
formato de texto) que mantinha o nome original “+ Tejo” e, embora enunciando o
projeto global, se focalizava num dos seus ateliers – o jornal/blog.
Existindo um espaço cultural na margem do rio e com vista privilegiada para
o mesmo, centraliza-se aí uma atividade, que se pretende alargada no tempo e
espaço – em várias sessões e com visitas a museus (incluindo núcleo museológico
em barco típico, peças arqueológicas, artísticas), ao EVOA (Espaço de Visitação
de Aves Selvagens) e outro património natural, assim como leitura/dramatização
de contos de autores locais (sobre o tejo/cultura local), que seriam inspiração
para, em cada sessão, e após as visitas/atividades, serem produzidos artefactos
pelas crianças, em ateliers variados: desenho, pintura (paisagem, quadros em
exposição,…), modelagem (reprodução de artefactos arqueológicos, esculturas,…),
expressão dramática, fotografia, blog/jornal.
O MOOC “Competências Digitais para
Professores” aborda temáticas muito interessantes e teve (participei na 1.ª
edição) aquela vantagem imensa dos MOOC – a partilha de dados, caminhos,
soluções – que tanto enriquece todos os participantes. Ficamos com a sensação
de que perdemos muito do partilhado, pois é impossível consumir tudo o que nos
é oferecido!
No meu caso fiquei com pena de
iniciar tardiamente e de os motivos que previa dificultarem a minha
participação se terem evidenciado – o curso sobrepôs-se a visitas familiares,
quadra festiva e procedimentos de início de mestrado, sendo difícil dedicar-me
como gostaria. (Na realidade, não contava frequentá-lo, ;) mas não fui capaz de
negar a minha participação, quando me endereçaram convite.)
Felizmente participei!
Deixo* AQUI o projeto [imaginado como sendo "parte integrante da
programação organizada pelos serviços educativos" (do município), por
requisitos de elaboração!].
Gostaria de lhe ter dedicado mais tempo!
No MOOC foi partilhado com os colegas que participaram
na avaliação.
*os porquês ficam para depois
...
...
Subscrever:
Mensagens (Atom)



